Falta de fair-play, e de concentração
Apesar de algumas alterações no onze inicial, o Assentis entrou bem na partida, criou várias oportunidades de golo e até poderia resolvido o jogo na primeira parte. Nos minutos iniciais, Márcio marcou dois livres, um para as mãos de Kikas e outro rente ao poste. Aos 30’, Marco Violante rematou já dentro da área e a bola bateu no poste depois de um desvio de um adversário. Na jogada seguinte, foi Gabriel que atirou forte, de longe, mas a bola morreu nas mãos de Kikas. Pouco depois, Márcio isolou Zito na direita e este rematou para nova defesa do guarda-redes forasteiro. O golo chegou finalmente aos 38’: Hélder Casal marcou um livre, a bola desviou na defesa e após um ressalto Vasco Serra encostou o pé para o 1-0.
Na segunda parte, o Porto Alto entrou decidido a chegar ao empate. Com o piso encharcado, o poderio físico dos visitantes começou a sobressair e os lances perigosos junto da baliza do Assentis começaram a surgir. Aos 70’, o Assentis colocou a bola fora para Fojo ser assistido e depois, na reposição, os homens do Porto esqueceram o fair-play e em vez de devolverem o esférico, fizeram golo, para surpresa dos jogadores e adeptos da casa.
Já nos descontos, quando se esperava o prolongamento (justo, diga-se), o Porto Alto aproveitou a falta de concentração da defesa do Assentis e Zeca carimbou a passagem à eliminatória seguinte.
Boa arbitragem, num jogo em que o Assentis foi penalizado pela falta de pontaria dos seus avançados, principalmente na primeira parte e pela desconcentração nos instantes finais.
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