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Uma
grande e inovadora iniciativa da nossa Terra só podia dar nisto, um enorme sucesso.
O 1º Concurso Pinga Pinga de Assentis, apesar de ambicioso, decorreu
de uma forma rigorosa por um lado e informal por outro, o que acabou
por nos deixar impressionados e com a certeza de que para o ano cá
estaremos de novo.
Todos tinhamos
a consciência de que se tratava de uma brincadeira, mas felizmente
foi levada de uma forma séria e todos contribuiram para que o 1º Concurso Pinga Pinga de Assentis fosse vivido
com muita intensidade, ansiedade e simultâneamente boa disposição.
A prova, a votação e o apuramento dos resultados foram
participados por todos de uma forma extraordináriamente cívica
e ordeira. Naturalmente todo este processo acabou por levar bastante
tempo mas foi impressionante ver que quase todos os participantes estavam
presentes às 2h da manhã quando finalmente se determinou
que o vencedor era, sem margem para dúvidas, a Pinga
do Ricardo.
Os nossos
agradecimentos a todos os participantes e parabéns ao vencedor
incontestado.
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Ricardo
“Chibanga” venceu I Concurso Pinga-Pinga
Trinta
e um produtores apresentaram a sua água-pé no I Concurso
Pinga-Pinga realizado pelo Centro Recreativo e Cultural de S. António,
de Assentis, no passado sábado, dia 15. O júri, constituído
por meia centena de provadores elegeu como vencedora a água-pé
de Ricardo “Chibanga” Leal (131 pontos), um estreante na
arte de produzir este néctar. Em segundo lugar classificou-se
António Ferreira Almeida (113 pontos) e o terceiro posto foi
conquistado por Manuel Leal (103 pontos).
Como é natural, nem todos ficaram contentes com os resultados.
Alguns, verdadeiros conhecedores da matéria, nem sequer conseguiram
reconhecer a sua própria água pé.
Outros, que percebem tanto de vinhos, como um padeiro percebe de microbiologia,
lá foram provando o vinho, saborearam o paladar, observaram a
cor, cheiraram, etc, pareciam verdadeiros entendidos na arte enóloga.
Paciência,
com um pouco mais de treino, para o próximo ano irão alcançar
melhores resultados.
Por outro lado, mais uma vez, a cambada aderiu a esta nova iniciativa
e a festa durou até às tantas. Bebederias q.b. e no final
ainda houve tempo para um mini karaoke e para um pezinho de dança.
Como prometido, não faltou a castanha assada e o chouriço
assado. Contudo, um espertalhão apanhou o Faria distraído
e fanou-lhe um chouricito do assador.
Conclusão: valeu a pena, não acham?
Nuno
Matos
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Fotos |
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Fotos
José António Costa e texto de Nuno Matos |
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